quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Leptospirose Canina
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segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Esporotricose – Entenda como essa zoonose afeta os cães e gatos
Saiba como age a esporotricose nos animais e entenda como ocorre sua transmissão, sintomas e tratamento.
Considerada uma zoonose, a doença chamada de esporotricose pode afetar tanto os animais como os seres humanos, sendo que boa parte dos animais que acabam afetados por este terrível mal são gatos ou cachorros.
Tendo um fungo como agente, a esporotricose só é notada pelos donos de bichinhos de estimação – na grande maioria das vezes - quando seus primeiros sinais começam a aparecer nos pets; formando lesões e feridas de diferentes graus de severidade em várias partes do corpo do animal, sendo que a face é, geralmente, o primeiro local afetado.
Transmitida por meio da entrada do fungo em uma lesão ou abertura na pele do animal, a esporotricose também pode, facilmente, ser transmitida por animais que nem mesmo estão doentes – já que o acúmulo do fungo nas unhas de felinos, por exemplo, é um enorme risco para quem tomar uma arranhada dele.
Embora os seus sinais na pele e na parte externa do corpo dos pets sejam os mais comuns e notáveis, isso não significa que a doença atinja, somente, essas regiões; já que uma série de órgãos importantes (incluindo pulmões e ossos) do bicho também podem ser seriamente comprometidas em função dessa doença devastadora.
Confira, a seguir, de que maneira ocorre a transmissão da esporotricose e quais são os seus principais sintomas, aprendendo a identificar a doença no seu pet e, consequentemente, possibilitando uma chance maior de um tratamento eficaz e uma rápida recuperação.
A transmissão da esporotricose
Conforme citado anteriormente, a esporotricose é uma zoonose que tem o fungo Sporotrix Schenckii como agente causador. Presente na natureza, este fungo específico pode ser encontrado nos mais diversos lugares, como na terra, em jardins e matas – também sendo presente em locais de pouca higiene, como lixões e áreas mais carentes de vigilância sanitária.
Necessitando de temperaturas altas e umidade para se proliferar, os fungos da doença são mais comuns em regiões temperadas e tropicais; onde as condições climáticas são mais propícias para a sua existência.
Também chamada de “doença da roseira”, a esporotricose costumava contaminar muitos seres humanos com trabalhos que exigiam o contato direto destas pessoas com vegetais, terra e flores (como floricultores, jardineiros, trabalhadores rurais e mineiros, por exemplo) – infectando-os por meio de feridas em espinhos com o fungo ou mesmo do contato de uma pequena lesão pré-existente com algum tipo de matéria contaminada.
No caso dos animais, essa transmissão fica ainda mais facilitada – tendo em vista as brigas que podem ocorrer entre bichos e o nível de cuidados dos pets ao entrar em contato com qualquer tipo de ambiente; que é zero.
Tendo algum tipo de lesão na pele e entrando em contato com material infectado, o animal já é contaminado pelo fungo; sendo que (conforme citado no início do artigo), o animal também pode ser tornar um transmissor da doença sem nem mesmo tê-la.
Como as brigas entre cães ou gatos não são incomuns, basta que um dos animais envolvidos tenha tido contato com o fungo para passá-lo para outro bicho sadio – já que esse material contaminado pode ficar alojado debaixo das suas unhas, por exemplo; sendo transportado para o pet sadio que toma uma arranhada do animal transmissor.
É importante lembrar que a esporotricose é uma zoonose e, por isso, todo cuidado é pouco quando o seu pet passa algum tempo mexendo em locai possivelmente contaminados – já que ele também pode transmitir a doença para humanos, e não só para outros animais. Portanto, evitar esse tipo de contato por parte do animal e mantê-lo sempre com a higiene em dia são medidas que podem fazer toda a diferença para prevenir a doença no seu lar.
Os sintomas da esporotricose
Tanto em cães como nos gatos, os primeiros sintomas da doença são os mesmos, e consistem em lesões que se manifestam na pele do animal; principalmente na região da cabeça e nas extremidades (locais onde os ferimentos de transmissão do fungo são mais comuns). Aparecendo, inicialmente, como uma simples ferida; a doença gera a inflamação do tecido contaminado, que se transforma em uma lesão cheia de pus chamada de cancro esporotricótico.
Na maioria dos casos, as feridas causadas pela doença não causam dor ou coceira de nenhum tipo nos animais afetados, e não é possível eliminá-las por meio de remédios convencionais; incluindo a aplicação de pomadas ou administração de medicamentos antibióticos, por exemplo.
Entretanto, nos casos mais graves é possível notar uma série de outros sintomas além das lesões na pele, como febre, apatia e perda de apetite. Ainda em quadros mais desenvolvidos – e que já se disseminaram para os pulmões do acometido – pode haver a ocorrência de tosse com catarro, espirros, fadiga extrema, dificuldade em respirar e até a saída de sangue pelas vias respiratórias do animal.
Diagnóstico e tratamento da esporotricose
Infelizmente, o problema só é notado quando seus primeiros sintomas começam a aparecer e, como muitos dos sinais da esporotricose podem ser confundidos com os de outras doenças (como leishmaniose e herpes, entre outras), seu diagnóstico nem sempre é muito simples.
Conforme alertamos constantemente em nossos artigos, ao notar qualquer sinal anormal no seu pet, a melhor medida é leva-lo a uma clínica veterinária – pois, somente um profissional será capaz de identificar o problema e trata-lo de maneira eficiente.
No caso da esporotricose, o médico veterinário, primeiramente, realiza um exame clínico; buscando informações sobre a vida do animal e seus costumes, procurando saber se ele pode ter se envolvido em brigas na rua ou tido algum tipo de contato com regiões onde a propensão para o a contaminação pelo fungo é maior.
Feito isso, o profissional deve pedir uma série de exames adicionais de laboratório, incluindo biópsias, exames de sangue e a observação de material coletado em microscópio e em “lâmpada de Wood” (que é semelhante à luz negra), entre outros; para que possa determinar um diagnóstico final com certeza e, a partir disso, recomendar o melhor tratamento para o animal.
Embora já haja, atualmente, uma série de produtos no mercado que são bastante eficazes no tratamento da esporotricose; essa doença pode ser fatal nos casos em que o problema já está bastante desenvolvido – e isso prova, mais uma vez, a importância de não adiar uma visita à clínica veterinária quando seu pet apresentar anormalidades; já que isso pode fazer, literalmente, toda a diferença entre a vida e a morte do animal.
Nos casos em que a infecção ainda é relativamente recente, no entanto, o tratamento da doença pode ser eficaz – embora seja lento. Na maioria das vezes, antifúngicos são os medicamentos usados para curar a esporotricose; sendo administrados de forma oral ou injetável no animal – e suplementos e vitaminas também podem ser receitados em conjunto, dependendo do caso.
Considerada uma zoonose, a doença chamada de esporotricose pode afetar tanto os animais como os seres humanos, sendo que boa parte dos animais que acabam afetados por este terrível mal são gatos ou cachorros.
Tendo um fungo como agente, a esporotricose só é notada pelos donos de bichinhos de estimação – na grande maioria das vezes - quando seus primeiros sinais começam a aparecer nos pets; formando lesões e feridas de diferentes graus de severidade em várias partes do corpo do animal, sendo que a face é, geralmente, o primeiro local afetado.
Transmitida por meio da entrada do fungo em uma lesão ou abertura na pele do animal, a esporotricose também pode, facilmente, ser transmitida por animais que nem mesmo estão doentes – já que o acúmulo do fungo nas unhas de felinos, por exemplo, é um enorme risco para quem tomar uma arranhada dele.
Embora os seus sinais na pele e na parte externa do corpo dos pets sejam os mais comuns e notáveis, isso não significa que a doença atinja, somente, essas regiões; já que uma série de órgãos importantes (incluindo pulmões e ossos) do bicho também podem ser seriamente comprometidas em função dessa doença devastadora.
Confira, a seguir, de que maneira ocorre a transmissão da esporotricose e quais são os seus principais sintomas, aprendendo a identificar a doença no seu pet e, consequentemente, possibilitando uma chance maior de um tratamento eficaz e uma rápida recuperação.
A transmissão da esporotricose
Conforme citado anteriormente, a esporotricose é uma zoonose que tem o fungo Sporotrix Schenckii como agente causador. Presente na natureza, este fungo específico pode ser encontrado nos mais diversos lugares, como na terra, em jardins e matas – também sendo presente em locais de pouca higiene, como lixões e áreas mais carentes de vigilância sanitária.
Necessitando de temperaturas altas e umidade para se proliferar, os fungos da doença são mais comuns em regiões temperadas e tropicais; onde as condições climáticas são mais propícias para a sua existência.
Também chamada de “doença da roseira”, a esporotricose costumava contaminar muitos seres humanos com trabalhos que exigiam o contato direto destas pessoas com vegetais, terra e flores (como floricultores, jardineiros, trabalhadores rurais e mineiros, por exemplo) – infectando-os por meio de feridas em espinhos com o fungo ou mesmo do contato de uma pequena lesão pré-existente com algum tipo de matéria contaminada.
No caso dos animais, essa transmissão fica ainda mais facilitada – tendo em vista as brigas que podem ocorrer entre bichos e o nível de cuidados dos pets ao entrar em contato com qualquer tipo de ambiente; que é zero.
Tendo algum tipo de lesão na pele e entrando em contato com material infectado, o animal já é contaminado pelo fungo; sendo que (conforme citado no início do artigo), o animal também pode ser tornar um transmissor da doença sem nem mesmo tê-la.
Como as brigas entre cães ou gatos não são incomuns, basta que um dos animais envolvidos tenha tido contato com o fungo para passá-lo para outro bicho sadio – já que esse material contaminado pode ficar alojado debaixo das suas unhas, por exemplo; sendo transportado para o pet sadio que toma uma arranhada do animal transmissor.
É importante lembrar que a esporotricose é uma zoonose e, por isso, todo cuidado é pouco quando o seu pet passa algum tempo mexendo em locai possivelmente contaminados – já que ele também pode transmitir a doença para humanos, e não só para outros animais. Portanto, evitar esse tipo de contato por parte do animal e mantê-lo sempre com a higiene em dia são medidas que podem fazer toda a diferença para prevenir a doença no seu lar.
Os sintomas da esporotricose
Tanto em cães como nos gatos, os primeiros sintomas da doença são os mesmos, e consistem em lesões que se manifestam na pele do animal; principalmente na região da cabeça e nas extremidades (locais onde os ferimentos de transmissão do fungo são mais comuns). Aparecendo, inicialmente, como uma simples ferida; a doença gera a inflamação do tecido contaminado, que se transforma em uma lesão cheia de pus chamada de cancro esporotricótico.
Na maioria dos casos, as feridas causadas pela doença não causam dor ou coceira de nenhum tipo nos animais afetados, e não é possível eliminá-las por meio de remédios convencionais; incluindo a aplicação de pomadas ou administração de medicamentos antibióticos, por exemplo.
Entretanto, nos casos mais graves é possível notar uma série de outros sintomas além das lesões na pele, como febre, apatia e perda de apetite. Ainda em quadros mais desenvolvidos – e que já se disseminaram para os pulmões do acometido – pode haver a ocorrência de tosse com catarro, espirros, fadiga extrema, dificuldade em respirar e até a saída de sangue pelas vias respiratórias do animal.
Diagnóstico e tratamento da esporotricose
Infelizmente, o problema só é notado quando seus primeiros sintomas começam a aparecer e, como muitos dos sinais da esporotricose podem ser confundidos com os de outras doenças (como leishmaniose e herpes, entre outras), seu diagnóstico nem sempre é muito simples.
Conforme alertamos constantemente em nossos artigos, ao notar qualquer sinal anormal no seu pet, a melhor medida é leva-lo a uma clínica veterinária – pois, somente um profissional será capaz de identificar o problema e trata-lo de maneira eficiente.
No caso da esporotricose, o médico veterinário, primeiramente, realiza um exame clínico; buscando informações sobre a vida do animal e seus costumes, procurando saber se ele pode ter se envolvido em brigas na rua ou tido algum tipo de contato com regiões onde a propensão para o a contaminação pelo fungo é maior.
Feito isso, o profissional deve pedir uma série de exames adicionais de laboratório, incluindo biópsias, exames de sangue e a observação de material coletado em microscópio e em “lâmpada de Wood” (que é semelhante à luz negra), entre outros; para que possa determinar um diagnóstico final com certeza e, a partir disso, recomendar o melhor tratamento para o animal.
Embora já haja, atualmente, uma série de produtos no mercado que são bastante eficazes no tratamento da esporotricose; essa doença pode ser fatal nos casos em que o problema já está bastante desenvolvido – e isso prova, mais uma vez, a importância de não adiar uma visita à clínica veterinária quando seu pet apresentar anormalidades; já que isso pode fazer, literalmente, toda a diferença entre a vida e a morte do animal.
Nos casos em que a infecção ainda é relativamente recente, no entanto, o tratamento da doença pode ser eficaz – embora seja lento. Na maioria das vezes, antifúngicos são os medicamentos usados para curar a esporotricose; sendo administrados de forma oral ou injetável no animal – e suplementos e vitaminas também podem ser receitados em conjunto, dependendo do caso.
sábado, 25 de outubro de 2014
Diabetes Canina
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Diabetes Mellitus
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O que é a Diabetes Mellitus canina?
A Diabetes Mellitus é uma doença comum em animais séniores, mas pode também surgir em animais jovens e cadelas grávidas. A Diabetes Mellitus é uma doença endócrina que ocorre quando o organismo não consegue utilizar corretamente a glicose. Após a refeição o alimento é digerido e todos os nutrientes são absorvidos pelo intestino. No caso da glicose, esta é transportada da corrente sanguínea para as células de todo o organismo, funcionando como a sua fonte de energia. Para que a glicose seja transportada para as células é necessário insulina. A insulina é um hormônio produzido pelas células-beta do pâncreas que, após a sua síntese, é liberada para a corrente sanguínea de forma a cumprir a sua função. A Diabetes mellitus no cão é do tipo I, ou congênita, embora também esta doença também possa acontecer de forma adquirida. A Diabetes do tipo I resulta de uma insuficiente produção de insulina pelo pâncreas o que leva a uma acumulação da glicose no sangue e consequentemente a uma diminuição da chegada de energia às células. Este aumento dos níveis de glicose no sangue denomina-se de hiperglicemia, característica dos animais diabéticos. Nestas situações, como o organismo não consegue utilizar a glicose como fonte energética, vai utilizar a gordura e as proteínas musculares, o que irá provocar perda de peso. Por esta razão o animal está sempre com fome e come muito, pois as células têm falta de energia, mas, por outro lado, emagrecem, já que a sua alternativa é a metabolização da gordura e do músculo. A diabetes canina é muito comum - entre 1 em cada 100 e 1 em cada 500 cães desenvolvem diabetes. Qualquer cão pode desenvolver diabetes, mas alguns apresentam mais predisposição.
Quais são os
sinais clínicos da Diabetes Mellitus?
Conhecer os sinais da diabetes é o primeiro passo para proteger a saúde do seu cão. Se qualquer uma das frases abaixo descreve seu animal de estimação, fale com seu Médico Veterinário sobre a possibilidade de diabetes:
Outros sinais de que deve estar atento são: infecções recorrentes ou crónicas (incluindo infecções cutâneas e urinárias). Recomenda-se que na presença de um destes sinais o animal seja examinado pelo Médico Veterinário. Como a Diabetes é diagnosticada? A Diabetes Mellitus é considerada pelo Médico Veterinário quando há a presença dos sinais clínicos referidos. São realizados testes laboratoriais sanguíneos e análise de urina de forma a fazer o diagnóstico diferencial com outras doenças características de animais idosos. Na presença de elevados níveis de glicose sanguínea em jejum e de glicose na urina de forma persistente confirma-se o diagnóstico. Qual é o tratamento? Se for diagnosticada diabetes ao seu cão, então agora é hora de aprender a cuidar do seu animal de estimação diabético. O objetivo do controle da diabetes é manter as concentrações de glicose em níveis que não sejam elevados, evitando subidas e descidas abruptas, e reduzir ou eliminar os sinais da diabetes, tais como sede e micção excessivas. Embora a diabetes não possa ser curada, a doença pode ser controlada com sucesso com injeções diárias de insulina e alterações na dieta. E um controle bem sucedido da diabetes significa que o seu cão pode levar uma vida feliz, saudável, ativo e com qualidade de vida. Quando a Diabetes Mellitus é diagnosticada o Médico Veterinário prescreve um tipo de insulina. Esta é administrada por via subcutânea com uma pequena agulha que, normalmente, é bem tolerada pelo animal. O proprietário deve aprender corretamente com o Médico Veterinário como preparar e administrar a insulina. Cada animal reage de forma diferente à insulina e por isso não existe uma dose nem um tipo de insulina igual para todos, esta deve ser adaptada ao animal. Pode até ser necessário que o seu cão fique na clínica veterinária por alguns dias para que o seu Médico Veterinário possa acompanhar de perto a resposta do seu cão ao tratamento. São necessárias monitorizações ao longo do tempo pelo Médico Veterinário de forma a manter os valores de glicemia controlados. No entanto, caso haja alguma alteração no animal este deve ser examinado pelo Médico Veterinário, pois pode ser necessário ajustar a dose de insulina. A dieta desempenha um papel fundamental no controlo da Diabetes, pois ajuda a controlar a quantidade de glicose ingerida pelo animal. Existem rações formuladas no mercado para animais diabéticos. Idealmente a dose diária deve ser dividida em duas vezes, uma de manhã e outra a noite. A alimentação pode ser acompanhada pela administração de insulina, de acordo com a prescrição efetuada para o animal. Não devem ser adicionados extras à ração, pois estes apenas vão descontrolar os níveis de glicose no animal. O exercício ajuda a manter os animais de estimação ativos, saudáveis e felizes. Mas para cães diabéticos, o exercício precisa ser regulado, porque a atividade física afeta as concentrações sanguíneas de glicose do seu cão. O melhor é criar uma rotina de exercícios consistentes para o seu cão diabético para evitar mudanças bruscas de requisitos de energia (glicose). Se estiver preocupado(a) com a quantidade de exercício que o seu cão diabético precisa, pergunte ao seu Médico Veterinário. Cuidados especiais Um animal com Diabetes Mellitus requer tratamento para a vida. É fundamental cumprir rigorosamente a dieta indicada e administrar insulina conforme o prescrito pelo Médico Veterinário de forma a manter os níveis sanguíneos de glicose dentro dos valores normais. Cada animal é individual e reage de forma diferente, por isso por vezes, pode ser necessário ajustes na dose de insulina e por isso o animal deve ser acompanhado pelo Médico Veterinário regularmente para monitorizações. Alguma alteração nos sinais do animal deve ser imediatamente transmitida ao Médico Veterinário, pois podem surgir complicações, como é o caso da Cetoacidose Diabética. O cumprimento do tratamento prescrito e monitorizações ao longo do tempo é a chave para o controlo adequado dos níveis de glicemia evitando complicações e dando ao animal uma vida longa e com qualidade. |
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segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Exame Parasitológico Direto (Leishmaniose Canina)
O exame direto é baseado na pesquisa da Leishmania sp. em aspirado de lesões cutâneas, medula óssea, linfonodo, baço ou raspado das bordas das lesões. Neste exame é feita a pesquisa direta das formas amastigotas do parasita. Trata-se de um teste de alta especificidade, ou seja, uma vez visualizado o parasita não há dúvidas quanto à positividade da amostra. Todavia, o Exame Parasitológico Direto está sujeito a resultados falso-negativos, especialmente nos casos em que a parasitemia é muito baixa e/ou quando a coleta e o material coletado são inadequados. Conforme literatura, os esfregaços têm positividade de 50% a no máximo 80%, sendo um exame essencial no diagnóstico da leishmaniose tegumentar.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Parvovirose
também conhecida pelo nome de Enterite Canina Parvoviral, é altamente contagiosa e causada por um virús DNA que pertence à família Parvoviridae. É considerada uma zoonose, pois ataca tanto o homem como o cão, sendo que os sintomas nos humanos se manifestam sob a forma de infecção nas vias aéreas e nos olhos, porém sem gravidade. Já nos cães essa enfermidade geralmente é fatal, com uma taxa de mortalidade ao redor de 80%. Comumente, ataca mais animais jovens do que adultos, pois este último possui imunidade adquirida naturalmente. As formas de transmissão deste vírus são: via aerógena e através de objetos contaminados.
Outra forma de manifestação da doença é a miocárdica, que pode levar à morte súbita do cão, devido a miocardite (inflamação do músculo do coração) gerada neste caso.
Fontes:
http://arcadenoe.sapo.pt/artigo/parvovirose_canina/128
http://www.artigonal.com/biologia-artigos/parvovirose-1201454.html
http://whippetp.no.sapo.pt/parvovirose.htm
http://www.center.vet.br/parvovirose.html
http://www.saudeanimal.com.br/artigo72.htm
http://m.veterinaria.zip.net/
Sintomas
Os cães infectados que manifestam a doença, ficam doentes, geralmente, cerca de 7 a 10 dias após a infecção inicial. A doença se estabelece principalmente, no aparelho digestivo, sendo que os sintomas mais característicos são vômito e diarréia fétida e sanguinolenta. Outros sintomas que os cães podem apresentar são: anorexia, letargia e elevação de temperatura que pode chegar a 41°C. Alguns animais podem apresentar tosse, inchaço nos olhos ou conjuntivite.Outra forma de manifestação da doença é a miocárdica, que pode levar à morte súbita do cão, devido a miocardite (inflamação do músculo do coração) gerada neste caso.
Diagnóstico
Como a parvovirose pode ser confundida com uma gama enorme de enfermidades, é necessário realizar exames laboratoriais, onde são detectados anticorpos anti-vírus no sangue. É importante ressaltar que um resultado negativo não significa a ausência da doença.Tratamentos
O tratamento deve ser realizado por um Médico Veterinário, através da administração via parenteral e, até mesmo oral, de soluções isotônicas de sais minerais, glicose e vitaminas, auxiliando assim na recuperação do cão, prevenindo sua desidratação devido aos vômitos e diarreias. Mesmo não surtindo efeito algum sobre o vírus, é feito também o uso de antibióticos para prevenção e combate de infecções secundárias. O tratamento visa dar suporte aos animais, para que estes possam reagir, sendo que o animal que sobrevive a esta doença fica temporariamente imunizado.Profilaxia
A prevenção da doença é feita basicamente pela administração de vacinas. São aplicadas, preferencialmente, em fêmeas antes da cobertura para que seja assegurada uma boa imunidade aos filhotes, pois são transmitidos anticorpos aos filhotes durante a gestação e, também, durante a amamentação, especialmente pelo colostro. Nos filhotes, a primeira vacina deve ser aplicada 15 dias após o desmame, (com cerca de 45 dias de vida). A revacinação anual é recomendada a todos os cães, independente da idade.Fontes:
http://arcadenoe.sapo.pt/artigo/parvovirose_canina/128
http://www.artigonal.com/biologia-artigos/parvovirose-1201454.html
http://whippetp.no.sapo.pt/parvovirose.htm
http://www.center.vet.br/parvovirose.html
http://www.saudeanimal.com.br/artigo72.htm
http://m.veterinaria.zip.net/
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